Certa vez, houve um concurso de pintura e o primeiro lugar seria dado ao quadro que melhor representasse a paz. Ficaram, dentre muitos, três finalistas igualmente empatados.
O primeiro retratava uma imensa pastagem, com lindas flores e borboletas que bailavam no ar, acariciadas por uma brisa suave.
O segundo mostrava pássaros a voar sob nuvens brancas como a neve, em meio ao azul anil do céu.
O terceiro mostrava um grande rochedo sendo açoitado pela violência das ondas do mar, em meio a uma tempestade estrondosa e cheia de relâmpagos.
Para surpresa e espanto dos finalistas, o escolhido foi o terceiro quadro, o que retratava a violência das ondas contra o rochedo.
Indignados, os dois pintores que não foram escolhidos questionaram o juiz que deu o voto de desempate:
Como este quadro tão violento pode representar a paz, sr. Juiz?
E o juiz, com uma serenidade muito grande no olhar, disse:
Vocês repararam que, em meio à violência das ondas e à tempestade, há numa das fendas do rochedo, um passarinho com seus filhotes dormindo tranquilamente?
E os pintores sem entender responderam: Sim, mas...
Antes que eles concluíssem a frase, o juiz ponderou:
Caros amigos, a verdadeira paz é aquela que, mesmo nos momentos mais difíceis, nos permite repousar tranquilos.
* * *
Talvez muitas pessoas não consigam entender como pode reinar a paz em meio à tempestade, mas não é tão difícil de entender.
Considerando que a paz é um estado de espírito podemos concluir que, se a consciência está tranquila, tudo à volta pode estar em revolução que conseguiremos manter nossa serenidade.
Fazendo uma comparação com o quadro vencedor, poderíamos dizer que o ninho do pássaro, que repousava serenamente com seus filhotes, representa a nossa consciência.
A consciência é um refúgio seguro, quando nada tem que nos reprove. E também pode acontecer o contrário: tudo à volta pode estar tranquilo e nossa consciência arder em chamas.
A consciência, portanto, é um tribunal implacável, do qual não conseguiremos fugir, porque está em nós.
É ela que nos dará possibilidades de permanecer em harmonia íntima, mesmo que tudo à volta ameace desmoronar, ou acuse sinais de perigo solicitando correção.
Sendo assim, concluiremos que a paz não será implantada por decretos nem por ordens exteriores, mas será conquista individual de cada criatura, portas adentro da sua intimidade.
* * *
Um dia, A paz vestiu-se de Homem e conviveu com a Humanidade sofredora e aflita.
Conservava-Se em paz mesmo diante das situações mais turbulentas e assustadoras.
Agredido, manteve-Se sereno.
Caluniado, exemplificou tranquilidade.
Diante da tempestade no mar, pediu calma.
Pregado na cruz, permaneceu em paz.
Todavia, antes de partir teve ensejo de dizer:
A minha paz vos deixo, como exemplo.
A minha paz vos dou, como modelo a ser copiado.
Momento Espirita.
domingo, 17 de janeiro de 2010
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Porquê dói tanto?
Não há quem caminhe pelas estradas da vida sem que cruze, em algum momento, pelos caminhos da dor. Em um mundo inconstante, onde as certezas são relativas, a dor é processo quase que inevitável.
Algumas vezes, ela vem carregando consigo a separação de quem amamos, pelo fenômeno da morte. Outras vezes é a doença que se instala, no nosso ou no corpo alheio.
Outras ainda, a dor é o revés financeiro, que nos perturba a mente e desfaz alguns planos.
Seja qual for sua origem, a dor vai sempre provocar momentos de reflexão e análise. Ela é o freio que a vida faz em nosso cotidiano, em nossos valores, em nossas manias mesmo, provocando o questionamento das coisas da vida e dos caminhos que percorremos.
Nesse questionamento, alguns optam pelo caminho da revolta. São os que maldizem a Deus, que se veem injustiçados, pois não mereciam tal desdita, que não veem utilidade nenhuma na dor, a não ser o sofrimento pelo sofrimento.
Outros utilizam a dor como aprendizado. São os que entendem os mecanismos de Deus como justos, e Deus como infinitamente amoroso para cada um de nós. Isso porque se Deus é a síntese maior do amor, certamente Seus desígnios são pautados pelo amor.
As perguntas: Por que comigo?, Será que eu mereço isso?, ou Para que tudo isso?, são os anseios de nossa alma a tentar entender as Leis da vida.
É necessário que repensemos qual o papel da dor para cada um de nós. Ela não é simples ferramenta de castigo de Deus, ou ainda, obra do acaso. Um Deus amoroso jamais agiria por acaso, ou castigaria Seus filhos.
Toda dor que nos surge é convite da vida para o progresso, para a reflexão, para a análise de nossos valores e de nosso caminhar.
Sempre que ela surge, traz consigo a oportunidade do aprendizado, que não se faria melhor de outra forma, caso contrário, Deus acharia outros caminhos.
Não que devamos ser apologistas da dor, e buscá-la a todo custo. De forma alguma. Deus nos oferece a inteligência, e os recursos das mais variadas ciências, para diminuir nossas dificuldades e dores.
Assim, para as dores da alma, devemos buscar os recursos da psicologia e da psiquiatria. Para as dificuldades do corpo físico, os recursos clínicos ou cirúrgicos.
Porém, quando todos esses recursos ainda se mostrarem limitados, a dor que nos resta é nosso cadinho de aprendizado. A partir daí, nossa resignação dinâmica perante os desígnios da vida nos ajudará a entender qual recado e qual lição a vida nos está oferecendo.
Quando começarmos a entender que a dor sempre vem acompanhada do aprendizado, começaremos a entender melhor a música da vida, e qual canção ela está nos convidando a aprender a cantar.
Afinal, nada que nos aconteça é obra do acaso. Somos herdeiros de nós mesmos, desde os dias do ontem, e hoje inevitavelmente nos encontramos com nossas heranças.
As carências de hoje é o que ontem desperdiçamos, e as dores que surgem são espinhos que colhemos agora, de um plantio que se fez deliberadamente nos caminhos percorridos.
A dor é mecanismo que a vida nos oferece de crescimento e aprendizado. Porém ela somente será necessária como ferramenta de progresso enquanto o amor não nos convencer e tomar conta do nosso coração.
A partir de então, não mais a dor será visita em nossa intimidade, pois toda ela estará tomada em plenitude pelo amor, que, como bem nos lembra o Apóstolo Pedro, é capaz de cobrir a multidão dos pecados.
Redação do Momento Espírita
Algumas vezes, ela vem carregando consigo a separação de quem amamos, pelo fenômeno da morte. Outras vezes é a doença que se instala, no nosso ou no corpo alheio.
Outras ainda, a dor é o revés financeiro, que nos perturba a mente e desfaz alguns planos.
Seja qual for sua origem, a dor vai sempre provocar momentos de reflexão e análise. Ela é o freio que a vida faz em nosso cotidiano, em nossos valores, em nossas manias mesmo, provocando o questionamento das coisas da vida e dos caminhos que percorremos.
Nesse questionamento, alguns optam pelo caminho da revolta. São os que maldizem a Deus, que se veem injustiçados, pois não mereciam tal desdita, que não veem utilidade nenhuma na dor, a não ser o sofrimento pelo sofrimento.
Outros utilizam a dor como aprendizado. São os que entendem os mecanismos de Deus como justos, e Deus como infinitamente amoroso para cada um de nós. Isso porque se Deus é a síntese maior do amor, certamente Seus desígnios são pautados pelo amor.
As perguntas: Por que comigo?, Será que eu mereço isso?, ou Para que tudo isso?, são os anseios de nossa alma a tentar entender as Leis da vida.
É necessário que repensemos qual o papel da dor para cada um de nós. Ela não é simples ferramenta de castigo de Deus, ou ainda, obra do acaso. Um Deus amoroso jamais agiria por acaso, ou castigaria Seus filhos.
Toda dor que nos surge é convite da vida para o progresso, para a reflexão, para a análise de nossos valores e de nosso caminhar.
Sempre que ela surge, traz consigo a oportunidade do aprendizado, que não se faria melhor de outra forma, caso contrário, Deus acharia outros caminhos.
Não que devamos ser apologistas da dor, e buscá-la a todo custo. De forma alguma. Deus nos oferece a inteligência, e os recursos das mais variadas ciências, para diminuir nossas dificuldades e dores.
Assim, para as dores da alma, devemos buscar os recursos da psicologia e da psiquiatria. Para as dificuldades do corpo físico, os recursos clínicos ou cirúrgicos.
Porém, quando todos esses recursos ainda se mostrarem limitados, a dor que nos resta é nosso cadinho de aprendizado. A partir daí, nossa resignação dinâmica perante os desígnios da vida nos ajudará a entender qual recado e qual lição a vida nos está oferecendo.
Quando começarmos a entender que a dor sempre vem acompanhada do aprendizado, começaremos a entender melhor a música da vida, e qual canção ela está nos convidando a aprender a cantar.
Afinal, nada que nos aconteça é obra do acaso. Somos herdeiros de nós mesmos, desde os dias do ontem, e hoje inevitavelmente nos encontramos com nossas heranças.
As carências de hoje é o que ontem desperdiçamos, e as dores que surgem são espinhos que colhemos agora, de um plantio que se fez deliberadamente nos caminhos percorridos.
A dor é mecanismo que a vida nos oferece de crescimento e aprendizado. Porém ela somente será necessária como ferramenta de progresso enquanto o amor não nos convencer e tomar conta do nosso coração.
A partir de então, não mais a dor será visita em nossa intimidade, pois toda ela estará tomada em plenitude pelo amor, que, como bem nos lembra o Apóstolo Pedro, é capaz de cobrir a multidão dos pecados.
Redação do Momento Espírita
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Uma velha anedota árabe que muito pode ensinar aos impulsivos...
MANEIRA DE DIZER AS COISAS
Uma sábia e conhecida anedota árabe diz que, certa feita, um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Logo que despertou, mandou chamar um adivinho para que interpretasse seu sonho.
- Que desgraça, senhor! - exclamou o adivinho. Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade.
- Mas que insolente! - gritou o sultão, enfurecido. Como te atreves a dizer-me semelhante coisa? Fora daqui!
Chamou os guardas e ordenou que lhe dessem cem acoites. Mandou que trouxessem outro adivinho e lhe contou sobre o sonho.
Este, após ouvir o sultão com atenção, disse-lhe:
- Excelso senhor! Grande felicidade vos está reservada. O sonho significa que haveis de sobreviver a todos os vossos parentes.
A fisionomia do sultão iluminou-se num sorriso e ele mandou dar cem moedas de ouro ao segundo adivinho. E quando este saía do palácio, um dos cortesãos lhe disse admirado:
- Não é possível ! A interpretação que você fez foi a mesma que o seu colega havia feito. Não entendo porque ao primeiro ele pagou com cem acoites e a você com cem moedas de ouro.
- Lembra-te meu amigo - respondeu o adivinho - que tudo depende da maneira de dizer...
Um dos grandes desafios da humanidade é aprender a arte de comunicar-se. Da comunicação depende, muitas vezes, a felicidade ou a desgraça, a paz ou a guerra.
Que a verdade deve ser dita em qualquer situação, não resta dúvida. Mas a forma com que ela é comunicada é que tem provocado, em alguns casos, grandes problemas. A verdade pode ser comparada a uma pedra preciosa. Se a lançarmos no rosto de alguém pode ferir, provocando dor e revolta. Mas se a envolvemos em delicada embalagem e a oferecemos com ternura, certamente será aceita com facilidade.
A embalagem, nesse caso, é a indulgência, o carinho, a compreensão e, acima de tudo, a vontade sincera de ajudar a pessoa a quem nos dirigimos.
Ademais, será sábio de nossa parte se antes de dizer aos outros o que julgamos ser uma verdade, dizê-la a nós mesmos diante do espelho.
E, conforme seja a nossa reação, podemos seguir em frente ou deixar de lado o nosso intento.
Importante mesmo, é ter sempre em mente que o que fará diferença é a maneira de dizer as coisas...
MANEIRA DE DIZER AS COISAS
Uma sábia e conhecida anedota árabe diz que, certa feita, um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Logo que despertou, mandou chamar um adivinho para que interpretasse seu sonho.
- Que desgraça, senhor! - exclamou o adivinho. Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade.
- Mas que insolente! - gritou o sultão, enfurecido. Como te atreves a dizer-me semelhante coisa? Fora daqui!
Chamou os guardas e ordenou que lhe dessem cem acoites. Mandou que trouxessem outro adivinho e lhe contou sobre o sonho.
Este, após ouvir o sultão com atenção, disse-lhe:
- Excelso senhor! Grande felicidade vos está reservada. O sonho significa que haveis de sobreviver a todos os vossos parentes.
A fisionomia do sultão iluminou-se num sorriso e ele mandou dar cem moedas de ouro ao segundo adivinho. E quando este saía do palácio, um dos cortesãos lhe disse admirado:
- Não é possível ! A interpretação que você fez foi a mesma que o seu colega havia feito. Não entendo porque ao primeiro ele pagou com cem acoites e a você com cem moedas de ouro.
- Lembra-te meu amigo - respondeu o adivinho - que tudo depende da maneira de dizer...
Um dos grandes desafios da humanidade é aprender a arte de comunicar-se. Da comunicação depende, muitas vezes, a felicidade ou a desgraça, a paz ou a guerra.
Que a verdade deve ser dita em qualquer situação, não resta dúvida. Mas a forma com que ela é comunicada é que tem provocado, em alguns casos, grandes problemas. A verdade pode ser comparada a uma pedra preciosa. Se a lançarmos no rosto de alguém pode ferir, provocando dor e revolta. Mas se a envolvemos em delicada embalagem e a oferecemos com ternura, certamente será aceita com facilidade.
A embalagem, nesse caso, é a indulgência, o carinho, a compreensão e, acima de tudo, a vontade sincera de ajudar a pessoa a quem nos dirigimos.
Ademais, será sábio de nossa parte se antes de dizer aos outros o que julgamos ser uma verdade, dizê-la a nós mesmos diante do espelho.
E, conforme seja a nossa reação, podemos seguir em frente ou deixar de lado o nosso intento.
Importante mesmo, é ter sempre em mente que o que fará diferença é a maneira de dizer as coisas...
sábado, 2 de janeiro de 2010
O Ciclo da Vida
O ciclo da Vida é um eterno recomeço.
Um constante vir-a-ser.
Infindável ir-e-vir, como as ondas do oceano.
Tudo nasce, cresce, atinge o apogeu, se retrai, morre e... torna a renascer.
A flor em botão sabe que o seu destino é se abrir ao Sol e, em seguida, fenecer.
E, mesmo assim, não recusa a se doar em beleza e perfume à Natureza.
A lagarta não se acomoda ao casulo que a protege, embora perceba os perigos a que estará exposta, ao transfigurar-se em falena.
O pássaro abandona o aconchego do ninho e alça irreversível vôo na amplidão...
Se não se triturasse sob a mó, o trigo não se faria pão farto sobre a mesa.
A morte é um simples estágio, dos mais primários, do ciclo da Vida, que jamais se interrompe.
Um constante vir-a-ser.
Infindável ir-e-vir, como as ondas do oceano.
Tudo nasce, cresce, atinge o apogeu, se retrai, morre e... torna a renascer.
A flor em botão sabe que o seu destino é se abrir ao Sol e, em seguida, fenecer.
E, mesmo assim, não recusa a se doar em beleza e perfume à Natureza.
A lagarta não se acomoda ao casulo que a protege, embora perceba os perigos a que estará exposta, ao transfigurar-se em falena.
O pássaro abandona o aconchego do ninho e alça irreversível vôo na amplidão...
Se não se triturasse sob a mó, o trigo não se faria pão farto sobre a mesa.
A morte é um simples estágio, dos mais primários, do ciclo da Vida, que jamais se interrompe.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
CONCEITOS
´´Cada espírito é um mundo vivo com movimento próprio, atendendo às causas que criou para si mesmo, no curso do Tempo, gravitando em torno da Lei Eterna que rege a Vida Cósmica.
Dois terços das criaturas humanas encarnadas na crosta da Terra demoram-se em jornada evolutiva da Irracionalidade para a Inteligência ou da Inteligência para a Razão; a terça parte restante acha-se em trânsito da Razão para a Humanidade. Fora do corpo terrestre, mas ligados ao mesmo plano, evolutem bilhões de seres pensantes nas mesmas condições.
Em esferas mais elevadas do Planeta, outros bilhões de almas caminham da Humanidade para a Angelitude.
O processo de educação do ser para a Divindade tem sua base no reencarnacionismo e no trabalho incessante.
O instituto das compensações funciona igualmente para todos.
Ninguém ilude as Leis Universais.
Os recursos de dignificação da individualidade permanecem ao dispor da comunidade planetária nas diversas escolas religiosas da Terra, escolas que se diferenciam no culto externo, de acordo com os impositivos de espaço e tempo, mas que, no fundo e em essência, se irmanam na Fonte da Eterna Verdade, em que a integração da Alma com a Luz Divina se realiza por intermédio do Supremo Bem.
Jesus é o Ministro do Absoluto, junto às coletividades que progridem nos círculos terrestres; os grandes instrutores do mundo, fundadores de variados sistemas de fé, representam mensageiros dEle, que nos governa desde o princípio.
Toda criatura humana possui consigo as sementes da Sabedoria e do Amor; quando ambientar esses divinos germes, dentro de si mesma, e desenvolvê-los amplamente, através dos séculos incessantes, conquistará as qualidades do Sábio e do Anjo, que se revelam na sublime personalidade dos Filhos de Deus, em maioridade divina.``
Do livro VOLTEI - Francisco Candido Xavier/Irmão Jacob
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
FESTA DA EVANGELIZAÇÃO
Olá Pessoal,
Nossa festa foi um sucesso!!!
Todas as crianças da Evangelização receberam presentes do Papai Noel, comeram lanche e tomaram muito sorvete. Foi uma farra sem dúvida!!!
Segue algumas fotos para aqueles que não puderam ir. E também àqueles que foram, para recordar.
Agradecemos imensamente à todos que contribuiram, seja ajudando nas despesas ou colocando a mão na massa durante à festa. Desejamos à todos um lindo Natal, com nosso Mestre abençoando a todos os lares, e um Ano Novo repleto de alegria, paz e muito amor.
Abraços,
Grupo de Evangelização Infanto-Juvenil
Vila dos Amigos
(texto da Luciene)
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
SEGUNDO PENSARMOS
Cada consciência é um centro gerador de força no movimento universal, cuja direção depende de si mesma. Pensar é criar.
O destino recebe a forma que lhe impusermos, à maneira do vaso que exprime a imaginação do oleiro.
A palavra vem depois da idéia.
A ação é cimento invisível.
A obra é pensamento coagulado.
Renovar a mente no trabalho incessante do bem, cunhando valores positivos, ao redor de nós mesmos, é estabelecer roteiros sempre novos para a vanguarda evolutiva.
O espírito, herdeiro divino do Supremo Senhor, traz consigo todas as sementes do Céu para engrandecer a Terra.
Unidade atuante, irradia-se, através de mil modos, gozando ou sofrendo, em seu cosmo orgânico, a benção ou a reação das energias que projeta e que o elevam ou convulsionam, de acordo com a intensidade dinâmica que lhes é característica.
Cultiva a tua mente, iluminando-a e enobrecendo-a.
Ainda que, por agora, não percebas, a tua alma se expande, em milhões de partículas, que são os agentes de libertação ou de cativeiro elaborado por teu próprio plano mental.
Avança, escolhendo a´´melhor parte``.
Diante do sofrimento e da morte, afirmou o Mestre, certa vez:- ´´Não temas, crê somente``.
Segundo pensarmos, assim será.
ANDRÉ LUIZ
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
ENQUANTO A TURMA BRIGA
Estimados irmãos e irmãs internautas! Enquanto a turma com tempo disponível briga, estudemos mais um pouquinho. Abram, por favor, o livro “Nosso Lar”, no capítulo 17, “Em casa de Lísias”, e atentem para o pequeno mas significativo parágrafo que vou transcrever:
“Ao tinido brando da campainha no interior, surgiu à porta simpática matrona.”
Vejam que curioso e interessante: Lísias, acompanhado de André Luiz, chegando à porta da casa na qual residia em “Nosso Lar”, tocou a campainha!
- “Ora, Dr. Inácio – talvez alguém possa me retrucar –, o que há de mais nisso? O senhor está viajando na ‘maionese’...”
Eu lhe responderei:
- É que, quando estava por aí com vocês, envergando o traje carnal, eu supunha que, em qualquer lugar, o espírito pudesse atravessar paredes... Desde que desencarnado, para que abrirem-se portas para ele?!
A referida frase de André Luiz está perdida no meio do texto do capítulo, que, aliás, contém outras revelações de suma importância, que poucos leitores percebem.
Hoje, no entanto, nós iremos ficar apenas com o intrigante episódio da campainha que soou numa casa de “Nosso Lar”, anunciando visitantes ditos mortos à porta! Um caso digno de Sherlock Holmes, vocês não acham?
Gostaria, imensamente, de que vocês opinassem a respeito.
Por que será que Lísias não atravessou a parede de sua própria casa? Será porque se fazia acompanhar de André Luiz e, certamente, não quis constranger o amigo recém-desencarnado? Ou será que os considerados mortos somente conseguem atravessar paredes na Terra? E, se apenas conseguem atravessar paredes na Terra, qual é o motivo de não o poderem fazer no Mundo Espiritual?
Não seria justo pensarmos que há estreita relação entre a matéria que constitui o perispírito e a matéria de que as coisas se constituem no Mundo Espiritual?
E mais: por aqui, não é somente Lísias que não atravessa paredes, não! Tempos atrás, fiz uma experiência e quase fraturei o nariz de meu corpo espiritual – diga-se de passagem, do ponto de vista anatômico, estou com o nariz muito mais bem acabado do que o tinha por aí! Aquelas duas “fornalhas”, que expeliam tanta fumaça e que, distraidamente, costumava explorar com o indicador e o polegar... Bem, deixemos tal assunto de lado. Voltemos ao “transcendente” episódio da campainha, que Lísias não fez soar à toa – creio que ele queria que essa campainha nos soasse no entendimento mais amplo da Verdade!
Esperarei pela inteligente argumentação de vocês, que sei não me decepcionarão – vocês são argutos e perspicazes!
Agora: peço-lhes que desse simples toque de campainha tirem outras deduções que haverão de ser de suma importância para discutirmos assuntos futuros, certo? Será o Plano Espiritual tão espiritual quanto os homens imaginam que seja? Se a casa de Lísias era mantida de porta fechada, ela poderia receber, digamos, policiáveis “amigos do alheio”?
Precisamos aprender, ao estudá-los, a explorar os textos espíritas em todo o seu conteúdo, inclusive no que se encontra implícito.
Encerrando, por falar em paredes, um bom teste para saber se desencarnou, é você tentar atravessar a parede de sua casa!
INÁCIO FERREIRA
Uberaba - MG, 8 de dezembro de 2009.
Visitem o blog do Dr. Inácio http://inacioferreira-baccelli.zip.net/
“Ao tinido brando da campainha no interior, surgiu à porta simpática matrona.”
Vejam que curioso e interessante: Lísias, acompanhado de André Luiz, chegando à porta da casa na qual residia em “Nosso Lar”, tocou a campainha!
- “Ora, Dr. Inácio – talvez alguém possa me retrucar –, o que há de mais nisso? O senhor está viajando na ‘maionese’...”
Eu lhe responderei:
- É que, quando estava por aí com vocês, envergando o traje carnal, eu supunha que, em qualquer lugar, o espírito pudesse atravessar paredes... Desde que desencarnado, para que abrirem-se portas para ele?!
A referida frase de André Luiz está perdida no meio do texto do capítulo, que, aliás, contém outras revelações de suma importância, que poucos leitores percebem.
Hoje, no entanto, nós iremos ficar apenas com o intrigante episódio da campainha que soou numa casa de “Nosso Lar”, anunciando visitantes ditos mortos à porta! Um caso digno de Sherlock Holmes, vocês não acham?
Gostaria, imensamente, de que vocês opinassem a respeito.
Por que será que Lísias não atravessou a parede de sua própria casa? Será porque se fazia acompanhar de André Luiz e, certamente, não quis constranger o amigo recém-desencarnado? Ou será que os considerados mortos somente conseguem atravessar paredes na Terra? E, se apenas conseguem atravessar paredes na Terra, qual é o motivo de não o poderem fazer no Mundo Espiritual?
Não seria justo pensarmos que há estreita relação entre a matéria que constitui o perispírito e a matéria de que as coisas se constituem no Mundo Espiritual?
E mais: por aqui, não é somente Lísias que não atravessa paredes, não! Tempos atrás, fiz uma experiência e quase fraturei o nariz de meu corpo espiritual – diga-se de passagem, do ponto de vista anatômico, estou com o nariz muito mais bem acabado do que o tinha por aí! Aquelas duas “fornalhas”, que expeliam tanta fumaça e que, distraidamente, costumava explorar com o indicador e o polegar... Bem, deixemos tal assunto de lado. Voltemos ao “transcendente” episódio da campainha, que Lísias não fez soar à toa – creio que ele queria que essa campainha nos soasse no entendimento mais amplo da Verdade!
Esperarei pela inteligente argumentação de vocês, que sei não me decepcionarão – vocês são argutos e perspicazes!
Agora: peço-lhes que desse simples toque de campainha tirem outras deduções que haverão de ser de suma importância para discutirmos assuntos futuros, certo? Será o Plano Espiritual tão espiritual quanto os homens imaginam que seja? Se a casa de Lísias era mantida de porta fechada, ela poderia receber, digamos, policiáveis “amigos do alheio”?
Precisamos aprender, ao estudá-los, a explorar os textos espíritas em todo o seu conteúdo, inclusive no que se encontra implícito.
Encerrando, por falar em paredes, um bom teste para saber se desencarnou, é você tentar atravessar a parede de sua casa!
INÁCIO FERREIRA
Uberaba - MG, 8 de dezembro de 2009.
Visitem o blog do Dr. Inácio http://inacioferreira-baccelli.zip.net/
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Aceitação e Mudança
O homem que não se aceita como é há de ser sempre o mesmo.
Não efetuará em si as mudanças que deseja.
Porque, se ele não se apassiva na aceitação, não se ativa em sua vontade de transformação.
Amargura é revolta.
Falta de serenidade é arrogância.
Toda renovação é do centro para a periferia, mas, não raro, o estímulo que a promove dá-se em sentido inverso.
Assim, o homem deve começar a concretizar com as mãos, ao derredor de si, o que ainda não pode fazê-lo de maneira transcendente.
Servir, não com a finalidade de ser servido, mas com a de se servir.
Auxiliar-se, auxiliando.
Admitir-se com todos os seus vícios, para, a partir disso, conquistar a sua primeira virtude.
Irmão José
Não efetuará em si as mudanças que deseja.
Porque, se ele não se apassiva na aceitação, não se ativa em sua vontade de transformação.
Amargura é revolta.
Falta de serenidade é arrogância.
Toda renovação é do centro para a periferia, mas, não raro, o estímulo que a promove dá-se em sentido inverso.
Assim, o homem deve começar a concretizar com as mãos, ao derredor de si, o que ainda não pode fazê-lo de maneira transcendente.
Servir, não com a finalidade de ser servido, mas com a de se servir.
Auxiliar-se, auxiliando.
Admitir-se com todos os seus vícios, para, a partir disso, conquistar a sua primeira virtude.
Irmão José
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Preocupação com o meio ambiente
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Do blog do Dr. Inácio
“O MÉDIUM DE PÉS DESCALÇOS”
Esta feliz denominação, com referência a Chico Xavier, não me pertence. A primeira vez que a ouvi foi da boca deste companheiro, que me serve de instrumento às garatujas despretensiosas que insisto em escrever de uma Vida para outra.
Numa de suas visitas à minha casa, ele me deixou profundamente emocionado, ao me contar: – “Dr. Inácio, o Chico, quando psicografa, tira os sapatos e fica descalço, sob a mesa...”
Há pouco, nas paragens da Vida Maior, numa tertúlia com amigos comuns, dentre os quais destaco Rômulo Joviano, Zeca Machado, Clóvis Tavares, José Gonçalves Pereira, Spartaco Ghilardi e tantos outros, mencionei a conversa em que o médium amigo me contara sobre o hábito de Chico psicografar descalço. – “É verdade, Doutor – explicou Rômulo, com a anuência dos demais. – Desde Pedro Leopoldo, quer fosse às reuniões do Centro Espírita “Luiz Gonzaga” ou mesmo no porão de minha casa, na Fazenda-Modelo, Chico tirava os sapatos para receber os espíritos... Preocupada com a friagem do solo – a Fazenda ficava numa vasta região de brejo –, por insistência de minha esposa, ele passou, então, a aceitar um pedaço de papelão que o protegesse – depois, um pouco mais tarde, mandei confeccionar uma espécie de estrado de madeira para ele apoiar os pés. Não deixava de ser engraçado e pitoresco, pois, não raro, quando a psicografia terminava, todo o mundo saía, procurando os sapatos de Chico, que iam parar na outra ponta da mesa ou nos fundos do quintal, carregados por algum cachorro...”
- “Em Uberaba também era assim – emendou Gonçalves. – E fora de Uberaba também! Certa vez, participamos com ele de uma reunião comemorativa na “Casa Transitória”. Observei que Chico, enquanto escrevia, discretamente tirou os sapatos e ficou esfregando um pé no outro, feito uma criança a brincar...”
- “Quanta simplicidade e beleza espiritual!” – exclamou Clóvis, de olhos lacrimejantes.
- “E quantos exemplos para todos nós, médiuns de ontem e de hoje!” – afirmou Spartaco.
- “Principalmente para os médiuns de hoje – não perdi ocasião de enfatizar. – Com uma ou outra exceção, a turma hoje está psicografando de botinhas...”
O pessoal sorriu e eu continuei:
- “Nada, é óbvio, contra as preferências de alguém... Para mim, eles podem até psicografar de sandálias, dessas que não têm cheiro e não soltam a tinta... A coisa não está no pé – está na cabeça! E mais: está no coração!”
Enquanto a turma arregalava os olhos, ante o meu jeito espontâneo de ser, continuei:
- “O problema grave que vejo nisso tudo é que o pessoal fica nessa competição de quem usa o salto mais alto... Que contraste! Chico descalço, e eles de salto tipo “Luís XV”... Chico rente ao chão e eles nas alturas!...”
Foi quando Zeca, que ainda não tinha falado, rematou com a nossa plena aprovação:
- “Doutor, ao rés do chão, Chico estava com a cabeça nas estrelas... O que está faltando no Movimento Espírita da Terra é médium de pés descalços! Digo mais: de espíritas em geral, despidos de toda vaidade! O salto, de fato, anda muito desproporcional...”
- “É por isso, Zeca – conclui –, que eu sempre ando de serrote nas mãos...”
INÁCIO FERREIRA
Uberaba - MG, 1º de dezembro de 2009.
Esta feliz denominação, com referência a Chico Xavier, não me pertence. A primeira vez que a ouvi foi da boca deste companheiro, que me serve de instrumento às garatujas despretensiosas que insisto em escrever de uma Vida para outra.
Numa de suas visitas à minha casa, ele me deixou profundamente emocionado, ao me contar: – “Dr. Inácio, o Chico, quando psicografa, tira os sapatos e fica descalço, sob a mesa...”
Há pouco, nas paragens da Vida Maior, numa tertúlia com amigos comuns, dentre os quais destaco Rômulo Joviano, Zeca Machado, Clóvis Tavares, José Gonçalves Pereira, Spartaco Ghilardi e tantos outros, mencionei a conversa em que o médium amigo me contara sobre o hábito de Chico psicografar descalço. – “É verdade, Doutor – explicou Rômulo, com a anuência dos demais. – Desde Pedro Leopoldo, quer fosse às reuniões do Centro Espírita “Luiz Gonzaga” ou mesmo no porão de minha casa, na Fazenda-Modelo, Chico tirava os sapatos para receber os espíritos... Preocupada com a friagem do solo – a Fazenda ficava numa vasta região de brejo –, por insistência de minha esposa, ele passou, então, a aceitar um pedaço de papelão que o protegesse – depois, um pouco mais tarde, mandei confeccionar uma espécie de estrado de madeira para ele apoiar os pés. Não deixava de ser engraçado e pitoresco, pois, não raro, quando a psicografia terminava, todo o mundo saía, procurando os sapatos de Chico, que iam parar na outra ponta da mesa ou nos fundos do quintal, carregados por algum cachorro...”
- “Em Uberaba também era assim – emendou Gonçalves. – E fora de Uberaba também! Certa vez, participamos com ele de uma reunião comemorativa na “Casa Transitória”. Observei que Chico, enquanto escrevia, discretamente tirou os sapatos e ficou esfregando um pé no outro, feito uma criança a brincar...”
- “Quanta simplicidade e beleza espiritual!” – exclamou Clóvis, de olhos lacrimejantes.
- “E quantos exemplos para todos nós, médiuns de ontem e de hoje!” – afirmou Spartaco.
- “Principalmente para os médiuns de hoje – não perdi ocasião de enfatizar. – Com uma ou outra exceção, a turma hoje está psicografando de botinhas...”
O pessoal sorriu e eu continuei:
- “Nada, é óbvio, contra as preferências de alguém... Para mim, eles podem até psicografar de sandálias, dessas que não têm cheiro e não soltam a tinta... A coisa não está no pé – está na cabeça! E mais: está no coração!”
Enquanto a turma arregalava os olhos, ante o meu jeito espontâneo de ser, continuei:
- “O problema grave que vejo nisso tudo é que o pessoal fica nessa competição de quem usa o salto mais alto... Que contraste! Chico descalço, e eles de salto tipo “Luís XV”... Chico rente ao chão e eles nas alturas!...”
Foi quando Zeca, que ainda não tinha falado, rematou com a nossa plena aprovação:
- “Doutor, ao rés do chão, Chico estava com a cabeça nas estrelas... O que está faltando no Movimento Espírita da Terra é médium de pés descalços! Digo mais: de espíritas em geral, despidos de toda vaidade! O salto, de fato, anda muito desproporcional...”
- “É por isso, Zeca – conclui –, que eu sempre ando de serrote nas mãos...”
INÁCIO FERREIRA
Uberaba - MG, 1º de dezembro de 2009.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Mãos à Obra
Se caíste, levanta-te.
Se erraste, recomeça.
Se fracassaste, retoma a luta.
Se feriste alguém, pede perdão.
Se te precipitaste, reconsidera.
Se criticaste, faze melhor.
Se atiraste pedras, recolhe-as.
Se humilhaste, humilha-te.
Se avançaste indevidamente, recua.
Se cometeste falhas, repara-as.
Se culpado, não te eximas.
Se o trabalho te espera, mãos à obra.
Irmão José
Se erraste, recomeça.
Se fracassaste, retoma a luta.
Se feriste alguém, pede perdão.
Se te precipitaste, reconsidera.
Se criticaste, faze melhor.
Se atiraste pedras, recolhe-as.
Se humilhaste, humilha-te.
Se avançaste indevidamente, recua.
Se cometeste falhas, repara-as.
Se culpado, não te eximas.
Se o trabalho te espera, mãos à obra.
Irmão José
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Não Basta
Insistimos: somente fortalecendo a vontade contra o mal, através de persistente e continuado esforço no Bem, o espírito empreenderá mudanças definitivas no âmago de si.
O anseio de renovação íntima não se concretiza para aquele que não se empenha ao máximo, perseguindo, dia após dia, de encarnação a encarnação, o objetivo que almeja.
Conforme dissemos alhures, espíritos existem que, sem determinação sincera em seus novos propósitos existenciais, terminam sucubindo à influência daqueles que não recuam em seus propósitos de prejudicá-los.
Por este motivo, a maioria patina nas sendas da evolução, sem que, durante várias existências no corpo, consiga sair do lugar, estagnando-se em suas conquistas.
O espírito que já alcançou alguma lucidez e vislumbrou, ainda que timidamente, a luz da Verdade não mais consegue comprazer-se na mesmice, à ilusória sombra da vida material.
Suportando um ou outro revés, jamais desiste da luta, na qual, à medida que se lhe fragilizam as forças físicas, espiritualmente se robustece.
Todo o que se interessa pelas questões pertinentes ao seu crescimento de espirito deve elaborar uma agenda de prioridades neste sentido e cumprí-la à risca, distanciando-se gradativamente, das ocupações mundanas que o debilitam.
Pequena concessão às trevas pode significar voluntário afastamento da luz por tempo indeterminado.
Ninguém nada deve facilitar às suas imperfeições, sob pena de desprender-se da altura em que os seus pés não se encontram solidamente apoiados.
O trabalho na caridade, em que o Senhor nos admite como somos e com o que temos, é nosso refúgio divino, em que nos abrigamos contra o assédio da tentação.
Todavia, se não nos encontrarmos de mente e coração ligados às Esferas Mais Altas, mesmo dentro dele poderemos encontrar ensejo de cair...
Muitos se lançam uns contra os outros, em guerras fratricidas, com uma prece nos lábios e armas na mão!
Que o homem não faça o seu desejo de transformação moral depender deste ou daquele companheiro que, em suas oscilações de vontade, dificilmente deixará de decepcioná-lo e, assim, arrastá-lo para baixo...
Jesus Cristo é o único ponto de referência espiritual confiável para a Humanidade!
Se precisamos de fixar em alguém os nossos esforços de redenção, a fim de que nos sintamos sempre motivados a seguir adiante, nos fixemos Nele - exclusivamente Nele!
-Como fizeram e têm feito todos aqueles que, superando a sua própria humanidade, se tornam dignos de nossa admiração e respeito.
Irmão José
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