quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
ENQUANTO A TURMA BRIGA
Estimados irmãos e irmãs internautas! Enquanto a turma com tempo disponível briga, estudemos mais um pouquinho. Abram, por favor, o livro “Nosso Lar”, no capítulo 17, “Em casa de Lísias”, e atentem para o pequeno mas significativo parágrafo que vou transcrever:
“Ao tinido brando da campainha no interior, surgiu à porta simpática matrona.”
Vejam que curioso e interessante: Lísias, acompanhado de André Luiz, chegando à porta da casa na qual residia em “Nosso Lar”, tocou a campainha!
- “Ora, Dr. Inácio – talvez alguém possa me retrucar –, o que há de mais nisso? O senhor está viajando na ‘maionese’...”
Eu lhe responderei:
- É que, quando estava por aí com vocês, envergando o traje carnal, eu supunha que, em qualquer lugar, o espírito pudesse atravessar paredes... Desde que desencarnado, para que abrirem-se portas para ele?!
A referida frase de André Luiz está perdida no meio do texto do capítulo, que, aliás, contém outras revelações de suma importância, que poucos leitores percebem.
Hoje, no entanto, nós iremos ficar apenas com o intrigante episódio da campainha que soou numa casa de “Nosso Lar”, anunciando visitantes ditos mortos à porta! Um caso digno de Sherlock Holmes, vocês não acham?
Gostaria, imensamente, de que vocês opinassem a respeito.
Por que será que Lísias não atravessou a parede de sua própria casa? Será porque se fazia acompanhar de André Luiz e, certamente, não quis constranger o amigo recém-desencarnado? Ou será que os considerados mortos somente conseguem atravessar paredes na Terra? E, se apenas conseguem atravessar paredes na Terra, qual é o motivo de não o poderem fazer no Mundo Espiritual?
Não seria justo pensarmos que há estreita relação entre a matéria que constitui o perispírito e a matéria de que as coisas se constituem no Mundo Espiritual?
E mais: por aqui, não é somente Lísias que não atravessa paredes, não! Tempos atrás, fiz uma experiência e quase fraturei o nariz de meu corpo espiritual – diga-se de passagem, do ponto de vista anatômico, estou com o nariz muito mais bem acabado do que o tinha por aí! Aquelas duas “fornalhas”, que expeliam tanta fumaça e que, distraidamente, costumava explorar com o indicador e o polegar... Bem, deixemos tal assunto de lado. Voltemos ao “transcendente” episódio da campainha, que Lísias não fez soar à toa – creio que ele queria que essa campainha nos soasse no entendimento mais amplo da Verdade!
Esperarei pela inteligente argumentação de vocês, que sei não me decepcionarão – vocês são argutos e perspicazes!
Agora: peço-lhes que desse simples toque de campainha tirem outras deduções que haverão de ser de suma importância para discutirmos assuntos futuros, certo? Será o Plano Espiritual tão espiritual quanto os homens imaginam que seja? Se a casa de Lísias era mantida de porta fechada, ela poderia receber, digamos, policiáveis “amigos do alheio”?
Precisamos aprender, ao estudá-los, a explorar os textos espíritas em todo o seu conteúdo, inclusive no que se encontra implícito.
Encerrando, por falar em paredes, um bom teste para saber se desencarnou, é você tentar atravessar a parede de sua casa!
INÁCIO FERREIRA
Uberaba - MG, 8 de dezembro de 2009.
Visitem o blog do Dr. Inácio http://inacioferreira-baccelli.zip.net/
“Ao tinido brando da campainha no interior, surgiu à porta simpática matrona.”
Vejam que curioso e interessante: Lísias, acompanhado de André Luiz, chegando à porta da casa na qual residia em “Nosso Lar”, tocou a campainha!
- “Ora, Dr. Inácio – talvez alguém possa me retrucar –, o que há de mais nisso? O senhor está viajando na ‘maionese’...”
Eu lhe responderei:
- É que, quando estava por aí com vocês, envergando o traje carnal, eu supunha que, em qualquer lugar, o espírito pudesse atravessar paredes... Desde que desencarnado, para que abrirem-se portas para ele?!
A referida frase de André Luiz está perdida no meio do texto do capítulo, que, aliás, contém outras revelações de suma importância, que poucos leitores percebem.
Hoje, no entanto, nós iremos ficar apenas com o intrigante episódio da campainha que soou numa casa de “Nosso Lar”, anunciando visitantes ditos mortos à porta! Um caso digno de Sherlock Holmes, vocês não acham?
Gostaria, imensamente, de que vocês opinassem a respeito.
Por que será que Lísias não atravessou a parede de sua própria casa? Será porque se fazia acompanhar de André Luiz e, certamente, não quis constranger o amigo recém-desencarnado? Ou será que os considerados mortos somente conseguem atravessar paredes na Terra? E, se apenas conseguem atravessar paredes na Terra, qual é o motivo de não o poderem fazer no Mundo Espiritual?
Não seria justo pensarmos que há estreita relação entre a matéria que constitui o perispírito e a matéria de que as coisas se constituem no Mundo Espiritual?
E mais: por aqui, não é somente Lísias que não atravessa paredes, não! Tempos atrás, fiz uma experiência e quase fraturei o nariz de meu corpo espiritual – diga-se de passagem, do ponto de vista anatômico, estou com o nariz muito mais bem acabado do que o tinha por aí! Aquelas duas “fornalhas”, que expeliam tanta fumaça e que, distraidamente, costumava explorar com o indicador e o polegar... Bem, deixemos tal assunto de lado. Voltemos ao “transcendente” episódio da campainha, que Lísias não fez soar à toa – creio que ele queria que essa campainha nos soasse no entendimento mais amplo da Verdade!
Esperarei pela inteligente argumentação de vocês, que sei não me decepcionarão – vocês são argutos e perspicazes!
Agora: peço-lhes que desse simples toque de campainha tirem outras deduções que haverão de ser de suma importância para discutirmos assuntos futuros, certo? Será o Plano Espiritual tão espiritual quanto os homens imaginam que seja? Se a casa de Lísias era mantida de porta fechada, ela poderia receber, digamos, policiáveis “amigos do alheio”?
Precisamos aprender, ao estudá-los, a explorar os textos espíritas em todo o seu conteúdo, inclusive no que se encontra implícito.
Encerrando, por falar em paredes, um bom teste para saber se desencarnou, é você tentar atravessar a parede de sua casa!
INÁCIO FERREIRA
Uberaba - MG, 8 de dezembro de 2009.
Visitem o blog do Dr. Inácio http://inacioferreira-baccelli.zip.net/
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Aceitação e Mudança
O homem que não se aceita como é há de ser sempre o mesmo.
Não efetuará em si as mudanças que deseja.
Porque, se ele não se apassiva na aceitação, não se ativa em sua vontade de transformação.
Amargura é revolta.
Falta de serenidade é arrogância.
Toda renovação é do centro para a periferia, mas, não raro, o estímulo que a promove dá-se em sentido inverso.
Assim, o homem deve começar a concretizar com as mãos, ao derredor de si, o que ainda não pode fazê-lo de maneira transcendente.
Servir, não com a finalidade de ser servido, mas com a de se servir.
Auxiliar-se, auxiliando.
Admitir-se com todos os seus vícios, para, a partir disso, conquistar a sua primeira virtude.
Irmão José
Não efetuará em si as mudanças que deseja.
Porque, se ele não se apassiva na aceitação, não se ativa em sua vontade de transformação.
Amargura é revolta.
Falta de serenidade é arrogância.
Toda renovação é do centro para a periferia, mas, não raro, o estímulo que a promove dá-se em sentido inverso.
Assim, o homem deve começar a concretizar com as mãos, ao derredor de si, o que ainda não pode fazê-lo de maneira transcendente.
Servir, não com a finalidade de ser servido, mas com a de se servir.
Auxiliar-se, auxiliando.
Admitir-se com todos os seus vícios, para, a partir disso, conquistar a sua primeira virtude.
Irmão José
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Preocupação com o meio ambiente
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Do blog do Dr. Inácio
“O MÉDIUM DE PÉS DESCALÇOS”
Esta feliz denominação, com referência a Chico Xavier, não me pertence. A primeira vez que a ouvi foi da boca deste companheiro, que me serve de instrumento às garatujas despretensiosas que insisto em escrever de uma Vida para outra.
Numa de suas visitas à minha casa, ele me deixou profundamente emocionado, ao me contar: – “Dr. Inácio, o Chico, quando psicografa, tira os sapatos e fica descalço, sob a mesa...”
Há pouco, nas paragens da Vida Maior, numa tertúlia com amigos comuns, dentre os quais destaco Rômulo Joviano, Zeca Machado, Clóvis Tavares, José Gonçalves Pereira, Spartaco Ghilardi e tantos outros, mencionei a conversa em que o médium amigo me contara sobre o hábito de Chico psicografar descalço. – “É verdade, Doutor – explicou Rômulo, com a anuência dos demais. – Desde Pedro Leopoldo, quer fosse às reuniões do Centro Espírita “Luiz Gonzaga” ou mesmo no porão de minha casa, na Fazenda-Modelo, Chico tirava os sapatos para receber os espíritos... Preocupada com a friagem do solo – a Fazenda ficava numa vasta região de brejo –, por insistência de minha esposa, ele passou, então, a aceitar um pedaço de papelão que o protegesse – depois, um pouco mais tarde, mandei confeccionar uma espécie de estrado de madeira para ele apoiar os pés. Não deixava de ser engraçado e pitoresco, pois, não raro, quando a psicografia terminava, todo o mundo saía, procurando os sapatos de Chico, que iam parar na outra ponta da mesa ou nos fundos do quintal, carregados por algum cachorro...”
- “Em Uberaba também era assim – emendou Gonçalves. – E fora de Uberaba também! Certa vez, participamos com ele de uma reunião comemorativa na “Casa Transitória”. Observei que Chico, enquanto escrevia, discretamente tirou os sapatos e ficou esfregando um pé no outro, feito uma criança a brincar...”
- “Quanta simplicidade e beleza espiritual!” – exclamou Clóvis, de olhos lacrimejantes.
- “E quantos exemplos para todos nós, médiuns de ontem e de hoje!” – afirmou Spartaco.
- “Principalmente para os médiuns de hoje – não perdi ocasião de enfatizar. – Com uma ou outra exceção, a turma hoje está psicografando de botinhas...”
O pessoal sorriu e eu continuei:
- “Nada, é óbvio, contra as preferências de alguém... Para mim, eles podem até psicografar de sandálias, dessas que não têm cheiro e não soltam a tinta... A coisa não está no pé – está na cabeça! E mais: está no coração!”
Enquanto a turma arregalava os olhos, ante o meu jeito espontâneo de ser, continuei:
- “O problema grave que vejo nisso tudo é que o pessoal fica nessa competição de quem usa o salto mais alto... Que contraste! Chico descalço, e eles de salto tipo “Luís XV”... Chico rente ao chão e eles nas alturas!...”
Foi quando Zeca, que ainda não tinha falado, rematou com a nossa plena aprovação:
- “Doutor, ao rés do chão, Chico estava com a cabeça nas estrelas... O que está faltando no Movimento Espírita da Terra é médium de pés descalços! Digo mais: de espíritas em geral, despidos de toda vaidade! O salto, de fato, anda muito desproporcional...”
- “É por isso, Zeca – conclui –, que eu sempre ando de serrote nas mãos...”
INÁCIO FERREIRA
Uberaba - MG, 1º de dezembro de 2009.
Esta feliz denominação, com referência a Chico Xavier, não me pertence. A primeira vez que a ouvi foi da boca deste companheiro, que me serve de instrumento às garatujas despretensiosas que insisto em escrever de uma Vida para outra.
Numa de suas visitas à minha casa, ele me deixou profundamente emocionado, ao me contar: – “Dr. Inácio, o Chico, quando psicografa, tira os sapatos e fica descalço, sob a mesa...”
Há pouco, nas paragens da Vida Maior, numa tertúlia com amigos comuns, dentre os quais destaco Rômulo Joviano, Zeca Machado, Clóvis Tavares, José Gonçalves Pereira, Spartaco Ghilardi e tantos outros, mencionei a conversa em que o médium amigo me contara sobre o hábito de Chico psicografar descalço. – “É verdade, Doutor – explicou Rômulo, com a anuência dos demais. – Desde Pedro Leopoldo, quer fosse às reuniões do Centro Espírita “Luiz Gonzaga” ou mesmo no porão de minha casa, na Fazenda-Modelo, Chico tirava os sapatos para receber os espíritos... Preocupada com a friagem do solo – a Fazenda ficava numa vasta região de brejo –, por insistência de minha esposa, ele passou, então, a aceitar um pedaço de papelão que o protegesse – depois, um pouco mais tarde, mandei confeccionar uma espécie de estrado de madeira para ele apoiar os pés. Não deixava de ser engraçado e pitoresco, pois, não raro, quando a psicografia terminava, todo o mundo saía, procurando os sapatos de Chico, que iam parar na outra ponta da mesa ou nos fundos do quintal, carregados por algum cachorro...”
- “Em Uberaba também era assim – emendou Gonçalves. – E fora de Uberaba também! Certa vez, participamos com ele de uma reunião comemorativa na “Casa Transitória”. Observei que Chico, enquanto escrevia, discretamente tirou os sapatos e ficou esfregando um pé no outro, feito uma criança a brincar...”
- “Quanta simplicidade e beleza espiritual!” – exclamou Clóvis, de olhos lacrimejantes.
- “E quantos exemplos para todos nós, médiuns de ontem e de hoje!” – afirmou Spartaco.
- “Principalmente para os médiuns de hoje – não perdi ocasião de enfatizar. – Com uma ou outra exceção, a turma hoje está psicografando de botinhas...”
O pessoal sorriu e eu continuei:
- “Nada, é óbvio, contra as preferências de alguém... Para mim, eles podem até psicografar de sandálias, dessas que não têm cheiro e não soltam a tinta... A coisa não está no pé – está na cabeça! E mais: está no coração!”
Enquanto a turma arregalava os olhos, ante o meu jeito espontâneo de ser, continuei:
- “O problema grave que vejo nisso tudo é que o pessoal fica nessa competição de quem usa o salto mais alto... Que contraste! Chico descalço, e eles de salto tipo “Luís XV”... Chico rente ao chão e eles nas alturas!...”
Foi quando Zeca, que ainda não tinha falado, rematou com a nossa plena aprovação:
- “Doutor, ao rés do chão, Chico estava com a cabeça nas estrelas... O que está faltando no Movimento Espírita da Terra é médium de pés descalços! Digo mais: de espíritas em geral, despidos de toda vaidade! O salto, de fato, anda muito desproporcional...”
- “É por isso, Zeca – conclui –, que eu sempre ando de serrote nas mãos...”
INÁCIO FERREIRA
Uberaba - MG, 1º de dezembro de 2009.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Mãos à Obra
Se caíste, levanta-te.
Se erraste, recomeça.
Se fracassaste, retoma a luta.
Se feriste alguém, pede perdão.
Se te precipitaste, reconsidera.
Se criticaste, faze melhor.
Se atiraste pedras, recolhe-as.
Se humilhaste, humilha-te.
Se avançaste indevidamente, recua.
Se cometeste falhas, repara-as.
Se culpado, não te eximas.
Se o trabalho te espera, mãos à obra.
Irmão José
Se erraste, recomeça.
Se fracassaste, retoma a luta.
Se feriste alguém, pede perdão.
Se te precipitaste, reconsidera.
Se criticaste, faze melhor.
Se atiraste pedras, recolhe-as.
Se humilhaste, humilha-te.
Se avançaste indevidamente, recua.
Se cometeste falhas, repara-as.
Se culpado, não te eximas.
Se o trabalho te espera, mãos à obra.
Irmão José
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Não Basta
Insistimos: somente fortalecendo a vontade contra o mal, através de persistente e continuado esforço no Bem, o espírito empreenderá mudanças definitivas no âmago de si.
O anseio de renovação íntima não se concretiza para aquele que não se empenha ao máximo, perseguindo, dia após dia, de encarnação a encarnação, o objetivo que almeja.
Conforme dissemos alhures, espíritos existem que, sem determinação sincera em seus novos propósitos existenciais, terminam sucubindo à influência daqueles que não recuam em seus propósitos de prejudicá-los.
Por este motivo, a maioria patina nas sendas da evolução, sem que, durante várias existências no corpo, consiga sair do lugar, estagnando-se em suas conquistas.
O espírito que já alcançou alguma lucidez e vislumbrou, ainda que timidamente, a luz da Verdade não mais consegue comprazer-se na mesmice, à ilusória sombra da vida material.
Suportando um ou outro revés, jamais desiste da luta, na qual, à medida que se lhe fragilizam as forças físicas, espiritualmente se robustece.
Todo o que se interessa pelas questões pertinentes ao seu crescimento de espirito deve elaborar uma agenda de prioridades neste sentido e cumprí-la à risca, distanciando-se gradativamente, das ocupações mundanas que o debilitam.
Pequena concessão às trevas pode significar voluntário afastamento da luz por tempo indeterminado.
Ninguém nada deve facilitar às suas imperfeições, sob pena de desprender-se da altura em que os seus pés não se encontram solidamente apoiados.
O trabalho na caridade, em que o Senhor nos admite como somos e com o que temos, é nosso refúgio divino, em que nos abrigamos contra o assédio da tentação.
Todavia, se não nos encontrarmos de mente e coração ligados às Esferas Mais Altas, mesmo dentro dele poderemos encontrar ensejo de cair...
Muitos se lançam uns contra os outros, em guerras fratricidas, com uma prece nos lábios e armas na mão!
Que o homem não faça o seu desejo de transformação moral depender deste ou daquele companheiro que, em suas oscilações de vontade, dificilmente deixará de decepcioná-lo e, assim, arrastá-lo para baixo...
Jesus Cristo é o único ponto de referência espiritual confiável para a Humanidade!
Se precisamos de fixar em alguém os nossos esforços de redenção, a fim de que nos sintamos sempre motivados a seguir adiante, nos fixemos Nele - exclusivamente Nele!
-Como fizeram e têm feito todos aqueles que, superando a sua própria humanidade, se tornam dignos de nossa admiração e respeito.
Irmão José
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Palavras de Chico Xavier
O Centro Espírita, dentro da maior simplicidade possível, tem o papel primordial de levar a público o Evangelho de Jesus.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Presente da Gianete
Esta selo ganhamos da querida amiga Gianete do lindo blog:
http://espirito_azul_gianete.blogspot.com/ , que vem com a tarefa de relacionarmos 3 livros inesquecíveis:
1 - Livro dos Espíritos - Kardec
2 - A Gênese - Kardec
3 - Nosso Lar - Chico Xavier/André Luiz
http://espirito_azul_gianete.blogspot.com/ , que vem com a tarefa de relacionarmos 3 livros inesquecíveis:
1 - Livro dos Espíritos - Kardec
2 - A Gênese - Kardec
3 - Nosso Lar - Chico Xavier/André Luiz
DEUS
O Universo é obra inteligentíssima, obra que transcende a mais genial inteligência humana. E, como todo efeito inteligente tem uma causa inteligente, é forçoso inferir que a do Universo é superior a toda inteligência.
É a inteligência das inteligências, a causa das causas, a lei das leis, o princípio dos princípios, a razão das razões, a consciência das consciências; é Deus! Deus!... nome mil vezes santo, que Isaac Newton jamais pronunciava sem descobrir-se!...
É Deus!... Deus, que vos revelais pela natureza, vossa filha e nossa mãe. Reconheço-vos eu, Senhor, na poesia da Criação, na criança que sorri, no ancião que tropeça, no mendigo que implora, na mão que assiste, na mãe que vela, no pai que instrui, no apóstolo que evangeliza!
Deus! Reconheço-vos eu, Senhor, no amor da esposa, no afeto do filho, na estima da irmã, na justiça do justo, na misericórdia do indulgente, na fé do pio, na esperança dos povos, na caridade dos bons, na inteireza dos íntegros!
Deus! Reconheço-vos eu, Senhor, no estro do vate, na eloquência do orador, na inspiração do artista, na santidade do moralista, na sabedoria do filósofo, nos fogos do gênio!
Deus! Reconheço-vos eu, Senhor, na flor dos vergéis, na relva dos vales, no matiz dos campos, na brisa dos prados, no perfume das campinas, no murmúrio das fontes, no rumorejo das franças, na música dos bosques, na placidez dos lagos, na altivez dos montes, na amplidão dos oceanos, na majestade do firmamento!
Deus! Reconheço-vos eu, Senhor, nos lindos antélios, no íris multicor, nas auroras polares, no argênteo da Lua, no brilho do Sol, na fulgência das estrelas, no fulgor das constelações!
Deus! Reconheço-vos eu, Senhor, na formação das nebulosas, na origem dos mundos, na gênese dos sóis, no berço das humanidades, na maravilha, no esplendor, no sublime do Infinito!
Deus! Reconheço-vos eu, Senhor, com Jesus, quando ora: ´´Pai nosso que estais nos céus``... ou com os anjos, quando cantam: ´´Glória a Deus nas Alturas``...
Aleluia!...
Eurípedes Barsanulfo
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Preocupação com o meio ambiente
Torneiras gotejando ou até mesmo abertas sem necessidade são armadilhas que geram o desperdício de água.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Ganhamos o Selo da Amizade do Amigo Diego
Este selo, muito bonitinho, ganhamos do amigo Diego do lindo blog
http://omensageiroespirita.blogspot.com/
Ficamos bem felizes pelas amizades muito valiosas, que fazemos aqui neste cantinho. Muito obrigada, amigo Diego.
Bazar - alguns artesanatos
Colares, toalhinhas com fuxicos, panos de prato com barradinhos de croche, tudo para o Bazar de Natal.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
OBSESSÃO E VAMPIRISMO
Quando nas lides do corpo carnal, sempre que lia o capítulo XXIII de “O Livro dos Médiuns”, intitulado “Da Obsessão”, intrigava-me um trecho do parágrafo 245, onde escreveu o Codificador: “Um destes últimos [espíritos obsessores], que subjugava um moço de inteligência muito limitada, interrogado sobre os motivos dessa escolha, respondeu-nos: Tenho grande necessidade de atormentar alguém; uma pessoa que raciocina, me repeliria; agarro-me a um idiota que não me opõe nenhuma virtude”.
Então eu me perguntava: Para certos espíritos, será a obsessão uma necessidade?
Certa vez, quando tive oportunidade de dialogar com o Dr. Bezerra de Menezes, que, então, se manifestava pela Modesta, questionei sobre o assunto: – “Dr. Bezerra, por que certos espíritos afirmam terem a necessidade de atormentar os encarnados, como se encontra em ‘O Livro dos Médiuns’? Essa necessidade é física ou moral?”
Com a bondade que lhe é característica, o venerável Benfeitor elucidou-me: – “A necessidade, de maneira concomitante, é de ordem física e moral. Física, porque, infelizmente, tais entidades têm necessidade do psiquismo alheio para nutrirem as suas próprias paixões — muitas continuam a beber e a comer, a sentir prazer, na satisfação de seus vícios, e o “calor” da vida através dos corpos que vampirizam, estabelecendo estreita simbiose com as suas supostas vítimas. E também é de ordem moral, porque a relação, não raro, envolve sentimentos de rancor e indiferença, de parte a parte”.
Hoje, neste Outro Lado da Vida, compreendo melhor as colocações do Instrutor, porque tenho oportunidade de observação direta do fenômeno.
Se vocês pudessem, por exemplo, constatar o número de entidades espirituais em estado de ovoidização que se agarram às mentes encarnadas, sugando-lhes as energias e induzindo-as à apatia, teriam a impressão de estarem diante da figura mitológica de Medusa.
Não obstante, outras entidades, sob o comando de espíritos intelectualizados que as subjugam e oprimem, ligam-se aos seres encarnados, por quase absoluta incapacidade de assumirem a si mesmos na Vida de além-túmulo! Arriscaria dizer que, com raras exceções, quase todo encarnado alberga uma segunda entidade em seu psiquismo — um corpo para dois! É claro, exceto as crianças, em maioria, e alguns adolescentes.
O nosso intuito não é, evidentemente, o de apavorar a quem seja, mas o de alertar para a necessidade cada vez maior de vigilância e oração de todos os que se encontram no corpo de natureza mais densa. Deus, porém, nada faz de inútil, pois tais entidades, no exercício consciente ou inconsciente da obsessão, estão adestrando as faculdades mediúnicas daqueles que utilizam por instrumentos de suas carências — de estômago, de sensualidade e, por que não dizer, de continuarem se sentindo vivos.
Oportunamente, voltaremos ao assunto. O espaço é pequeno para estudo de tamanha envergadura. Guardem, no entanto, a convicção de que, assim como o corpo carnal é parasitado por milhões de agentes microscópicos que lhe são nocivos à saúde, o mesmo acontece com o espírito que, em Cristo, ainda não possui suficientes anticorpos que o imunizem e preservem a integridade.
INÁCIO FERREIRA
Uberaba – MG, 17 de novembro de 2009.
Então eu me perguntava: Para certos espíritos, será a obsessão uma necessidade?
Certa vez, quando tive oportunidade de dialogar com o Dr. Bezerra de Menezes, que, então, se manifestava pela Modesta, questionei sobre o assunto: – “Dr. Bezerra, por que certos espíritos afirmam terem a necessidade de atormentar os encarnados, como se encontra em ‘O Livro dos Médiuns’? Essa necessidade é física ou moral?”
Com a bondade que lhe é característica, o venerável Benfeitor elucidou-me: – “A necessidade, de maneira concomitante, é de ordem física e moral. Física, porque, infelizmente, tais entidades têm necessidade do psiquismo alheio para nutrirem as suas próprias paixões — muitas continuam a beber e a comer, a sentir prazer, na satisfação de seus vícios, e o “calor” da vida através dos corpos que vampirizam, estabelecendo estreita simbiose com as suas supostas vítimas. E também é de ordem moral, porque a relação, não raro, envolve sentimentos de rancor e indiferença, de parte a parte”.
Hoje, neste Outro Lado da Vida, compreendo melhor as colocações do Instrutor, porque tenho oportunidade de observação direta do fenômeno.
Se vocês pudessem, por exemplo, constatar o número de entidades espirituais em estado de ovoidização que se agarram às mentes encarnadas, sugando-lhes as energias e induzindo-as à apatia, teriam a impressão de estarem diante da figura mitológica de Medusa.
Não obstante, outras entidades, sob o comando de espíritos intelectualizados que as subjugam e oprimem, ligam-se aos seres encarnados, por quase absoluta incapacidade de assumirem a si mesmos na Vida de além-túmulo! Arriscaria dizer que, com raras exceções, quase todo encarnado alberga uma segunda entidade em seu psiquismo — um corpo para dois! É claro, exceto as crianças, em maioria, e alguns adolescentes.
O nosso intuito não é, evidentemente, o de apavorar a quem seja, mas o de alertar para a necessidade cada vez maior de vigilância e oração de todos os que se encontram no corpo de natureza mais densa. Deus, porém, nada faz de inútil, pois tais entidades, no exercício consciente ou inconsciente da obsessão, estão adestrando as faculdades mediúnicas daqueles que utilizam por instrumentos de suas carências — de estômago, de sensualidade e, por que não dizer, de continuarem se sentindo vivos.
Oportunamente, voltaremos ao assunto. O espaço é pequeno para estudo de tamanha envergadura. Guardem, no entanto, a convicção de que, assim como o corpo carnal é parasitado por milhões de agentes microscópicos que lhe são nocivos à saúde, o mesmo acontece com o espírito que, em Cristo, ainda não possui suficientes anticorpos que o imunizem e preservem a integridade.
INÁCIO FERREIRA
Uberaba – MG, 17 de novembro de 2009.
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