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Em toda conversação, na qual sejamos induzidos a examinar o comportamento do próximo submetido à censura alheia, vasculhemos o íntimo, concluindo se não teríamos praticado incorreções iguais ou maiores no lugar dele. E, em todas as circunstancias, não nos esqueçamos de que, em nos queixando de alguém, estaremos intimando, automaticamente, a nós mesmos a viver em nível mais alto e a fazer coisa melhor.